Ao me deparar com
notícias do nosso cotidiano confuso, dos manifestos conscientes de pessoas que
desejam simplesmente o extermínio daquilo que a atual política nos submete - a
tal da corrupção - questiono de imediato até que ponto é suportável à vivência
humana imensa discrepância. E aproveitando a data comercial que se tornou o Dia
das Crianças, por que não pegar daí um gancho para falar-se da obrigatoriedade
de conduzir nossos pequenos a uma maturidade racional, crítica e livre de
condutas desviantes as quais observamos no nosso Parlamento (que exemplo de
parlamento por sinal). O que pretende esse assistencialismo banal que paga o
sujeito para ser bandido? Fala-se da
desordem nas favelas, nas periferias, mas vedam-se os olhos à desordem que se
tornou o Governo Brasileiro de um modo geral. Seria o Brasil um país de
todos... ou de tolos? O questionamento é válido, mas na prática espera-se uma
maior reflexão quanto à sustentação dessa geração de políticos insanos...
Substituo inclusive sustentação por substituição... E essa parte eu deixo para
a geração direcionada socialmente, que tenta abster-se um pouco desse
capitalismo tão regente na atualidade. Futuros filósofos, sociólogos,
antropólogos, psicólogos, assistentes sociais e outros da área HUMANA, aqui
fica o apelo por pesquisas inerentes à nossa realidade e por atuações
concernentes às necessidades SOCIAIS. Sem nenhuma fundamentação ideológica em
especial, apenas necessitamos de consciência, mas não essa consciência
inconsciente que a psicanálise defende... Porém uma consciência fluente do ato
intrínseco do ser humano... E aqui, eu sou obrigada a citar a força humanista
com a qual me deparo para que guie o homem a reflexão e prática lúcida da onda positiva
que irá reger o nosso Planeta, a onda futurista que se espera dos acadêmicos
esclarecidos pelas leis histórico-sociais.
Bárbara Leal
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