domingo, 4 de dezembro de 2011

Insanidade Política


Ao me deparar com notícias do nosso cotidiano confuso, dos manifestos conscientes de pessoas que desejam simplesmente o extermínio daquilo que a atual política nos submete - a tal da corrupção - questiono de imediato até que ponto é suportável à vivência humana imensa discrepância. E aproveitando a data comercial que se tornou o Dia das Crianças, por que não pegar daí um gancho para falar-se da obrigatoriedade de conduzir nossos pequenos a uma maturidade racional, crítica e livre de condutas desviantes as quais observamos no nosso Parlamento (que exemplo de parlamento por sinal). O que pretende esse assistencialismo banal que paga o sujeito para ser bandido?  Fala-se da desordem nas favelas, nas periferias, mas vedam-se os olhos à desordem que se tornou o Governo Brasileiro de um modo geral. Seria o Brasil um país de todos... ou de tolos? O questionamento é válido, mas na prática espera-se uma maior reflexão quanto à sustentação dessa geração de políticos insanos... Substituo inclusive sustentação por substituição... E essa parte eu deixo para a geração direcionada socialmente, que tenta abster-se um pouco desse capitalismo tão regente na atualidade. Futuros filósofos, sociólogos, antropólogos, psicólogos, assistentes sociais e outros da área HUMANA, aqui fica o apelo por pesquisas inerentes à nossa realidade e por atuações concernentes às necessidades SOCIAIS. Sem nenhuma fundamentação ideológica em especial, apenas necessitamos de consciência, mas não essa consciência inconsciente que a psicanálise defende... Porém uma consciência fluente do ato intrínseco do ser humano... E aqui, eu sou obrigada a citar a força humanista com a qual me deparo para que guie o homem a reflexão e prática lúcida da onda positiva que irá reger o nosso Planeta, a onda futurista que se espera dos acadêmicos esclarecidos pelas leis histórico-sociais.


Bárbara Leal

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